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O ultraliberalismo facista e o aumento da pobreza

Nas últimas eleições argentinas, Javier Milei foi alçado à Presidência do seu país.
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Trânsito violento em Manaus.

Recentemente, uma pesquisa da UCA, Universidade Católica Argentina, externou o preocupante número de mais de 27 milhões de argentinos em situação de pobreza.

As políticas econômicas neoliberais radicais (as quais denominamos de ultraliberalismo) contribuíram intensamente para esse aumento, sobretudo em fins de 2023 e início de 2024.

O alinhamento automático com os norte-americanos, com a finalidade de viabilizar os interesses econômicos estadunidenses na Argentina, cuja dolarização da economia levada a cabo por Milei é uma expressão disso, tem colapsado o sistema econômico dos hermanos.

Nesse cenário, a inflação anual (2023) foi estratosférica, atingindo o patamar de mais de 200 %, o que corroeu enormemente os rendimentos dos argentinos e, consequentemente, ocasionou um aumento da pobreza.

Somado a isso, existe um esforço de Milei em eliminar direitos trabalhistas e previdenciários, o que ensejará a precarização do trabalho. Nessa mesma linha, tem-se o esforço em acabar com os programas sociais.

É a receita ultraliberal, que gera pobreza e concentração de riqueza. Vivemos isso no Brasil e o resultado bem sabemos: um enorme aumento da desigualdade social.

É a extrema direita fascista no mundo, com suas facetas na Argentina com Milei e no Brasil com Bolsonaro, com suas práticas de ataque à democracia e aos direitos e programas sociais.

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