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“O mundo não vai acabar em 1° de janeiro, não vamos para o tudo ou nada”, diz Bolsonaro

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Presidente Jair Bolsonaro durante live no Youtube: Prestação De Contas E Atual Momento Político Brasileiro

Emocionado, no fim Bolsonaro chorou. Mensagem à bolsonaristas teve tom de advertência, em live na manhã de 30 de dezembro.

O presidente da República Jair Messias Bolsonaro (PL) fez uma advertência à quem imaginava a possibilidade de um confronto civil e a atuação das Forças Armadas para a sua manutenção no cargo de presidente em reação ao resultado das eleições de 2022 que elegeram Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o novo chefe do Poder Executivo do Brasil.

“Não vamos achar que o mundo vai acabar em primeiro de janeiro, que vamos para o tudo ou nada, não! Não tem tudo ou nada. Inteligência. Mostrar que somos diferentes do outro lado, que sabemos dar valor a constituição”, disse o presidente.

Bolsonaristas acampados em frente ao Comando Militar da Amazônia (CMA), zona Oeste de Manaus.

Por mais de 51 minutos Bolsonaro elencou diversos pontos relevantes do mandato, citou embates institucionais no período à frente do Palácio do Planalto e a dificuldade com o resultado das urnas.

“Como foi difícil ficar dois meses calado, para buscar alternativas, pois qualquer coisa que eu falasse poderia seria um escândalo e usado contra. Vocês na frente dos quartéis estão lutando pelo voto, pela liberdade e dentro e fora do país as pessoas estão vendo a luta”.

Bolsonaro também criticou a transição de governo, na qual o Partido dos Trabalhadores (PT) retoma o poder executivo do país, ao projetar dificuldades com a ‘esquerda’ liderando e que é preciso ter estratégias para conseguir os objetivos, de acordo com sua visão.

“Este governo já começa capenga, pelo que está sendo apresentado. Gente que votou com o outro lado, já está estaria arrependida, citando o economista Armínio Fraga como exemplo. Em fevereiro o Congresso retorna e estaremos mais forte. Se a Economia não rodar (prosperar), vocês verão que não estamos errados”, projetou.

Sem passagem de faixa

Jair Bolsonaro não deve cumprir a tradição de passar a faixa ao presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva. Sua viagem foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) confirmando o deslocamento ao exterior, assessorado por equipe de apoio. O despacho é assinado pelo secretário-executivo da Secretaria-Geral da Presidência, Mario Fernandes.

“Para realizar o assessoramento, a segurança e o apoio pessoal do futuro ex-presidente da República Jair Messias Bolsonaro, em Agenda Internacional a realizar-se em Miami/Estados Unidos da América, no perídio de 1º a 30 de janeiro de 2023, incluído o período de deslocamento, com ônus…”

Fonte. Redação Viaonlinebrasil.com
Foto. Reprodução Youtube.

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